biniciobespeciebhistoriabfotosbCuriosidades

binicio

painel

curi

Cansado de Trocar a água do teu melhor amigo veja a inovação em bebedouros Clicando aqui.

PORQUE E COMO COMBATER AS PULGAS DO CÃO E DO GATO

Para combater um parasita é preciso conhecer o seu desenvolvimento para poder agir nas suas diferentes etapas.
A larva desloca-se para se abrigar da luz (numa casa: nos tapetes, as almofadas, os rodapés, nas fretas do piso, nos cantos). Depois de uma vida de 1 a 2 semanas, a larva transforma-se em casulo que é muito resistente ao tratamento e pode sobreviver cinco meses. A eclosão do adulto a partir do casulo deve-se à presença de animais ou de seres humanos. Em uma casa desabitada durante vários meses a eclosão de vários casulos pode ser simultânea, levando a uma invasão de pulgas em algumas horas. Na maioria das vezes o adulto ataca um gato ou um cão e pica-o para se alimentar de sangue. As fêmeas são as mais vorazes: ingerem aproximadamente 15 vezes o seu próprio peso em sangue (70 fêmeas ingerem 1ml de sangue por dia!). Durante os repastos sangüíneos, as fêmeas “defecam à mesa!” e podem ser encontrados excrementos de pulga na pelagem, como pequenos pontos pretos que se tornam vermelhos em contato com um papel úmido.
Além da espoliação sangüínea, as pulgas são frequentemente responsáveis por alergias e também podem transmitir aos cães e aos gatos um verme achatado, muitas vezes visto nos carnívoros adultos.
A maioria dos tratamentos anti-pulgas aplicados aos animais (coleira, spray, pós...) diminui o número de pulgas, mas esses tratamentos geralmente não são sufiientes para eliminar todas as pulgas porque muitas vezes estas ficam no meio ambiente. Por isso recomenda-se geralmente associar dois tratamentos. O primeiro, à base de inseticida, visa matar todas as pulgas adultas nos cães e nos gatos que vivem no local a ser tratado. Para tanto, utilizam-se produtos anti-parasitas (piretróides) sob a forma de spray ou “spot-on”, nos quais são depositadas na pele do cão algumas gotas de uma solução muito concentrada contendo o mesmo produto que o spray. Esta solução difunde-se então por todo o corpo do animal e permite matar todas as pulgas quando estas se alimentam. Este tratamento deve ser renovado todos os meses como manutenção. Existe um outro método que visa esterilizar as pulgas durante o seu repasto sangüíneo, que se realiza administrando ao cão um comprimido uma vez por mês. O segundo visa matar as pulgas (com um inseticida) ou bloquear o seu desenvolvimento (com um regulador de crescimento de inseto, IGR para Inserct Growth Regulator) no meio ambiente.
Os reguladores de crescimento de insetos têm a vantagem de serem moléculas totalmente atóxicas para o animal doméstico e para o ser humano. Antes de aplicar este tratamento, deve-se retirar o pó e limpar completamente o meio ambiente (lembrar de bolsa e do local onde se guarda o aspirador que podem tornar-se verdadeiros “ninhos de pulgas”), em seguida tratar as superfícies com um inseticida e/ou regulador de crescimento de insetos. Às vezes é necessário tratar o jardim no Verão, mas somente as áreas sombreadas onde os cães e os gatos vão deitar (os produtos utilizados devem ser resistentes aos raios UV). Muitos inseticidas e reguladores de crescimento de insetos eficazes estão disponíveis no mercado, cada um deles com as suas vantagens e as suas limitações.
Os resultados obtidos são geralmente bons, mas dependem principalmente d amaneira como os tratamentos são aplicados e da sua regularidade.

A DESTRUIÇÃO DOS CARRAPATOS

Se o cão estiver pouco infestado é possível extrair os carrapatos um a um com o auxílio de uma pinça, de preferência após ter jogado um pouco de éter sobre o carrapato ou depois de passar um papel absorvente embebido de cipermetrina. Existe também um pequeno gancho, desenvolvido por um veterinário, que permite extrair facilmente o carrapato sem romper o rostrum. Na verdade, é essencial que ele seja retirado, sob pena de ocorrer a formação de um abcesso no local de implantação do parasita.
Se a infestação for muito intensa, deve-se então proceder as lavagens utilizando por exemplo piretróides ou então amitraz, substâncias carrapaticidas. É aconselhável cimentar o solo e as paredes do canis e pulverizar um inseticida adequado afim de prevenir as infestações a outros grupos de animais. Existe também uma vacina, cuja duração é de seis meses, que visa prevenir as parasitoses quando o cão deve frequentemente ir a locais onde a população de carrapatos é grande, como nas florestas ou fazendas.

OS VERMIFUGOS

À título preventivo os filhotes podem ser vermifugados a partir das duas semanas de idade. Utiliza-se um vermífugo polivalente – geralmente uma associação de vários antihelmínticos, o que permite obter um espectro de ação muito amplo – cuja dose é adaptada ao peso do cão. Em seguida trata-se o cão uma vez por mês até à idade de 6 meses, depois duas a três vezes por ano, dependendo se o cão sai muito ou não.
Também é possível proceder a um exame coprológico de ovos de helmintos e ser assim mais específico utilizando o antihelmíntico melhor adaptado ao caso observado. Além disso, deve-se considerar a personalidade do cão para adaptar a forma do vermífugo. Alguns estão sob a forma de comprimidos, outros administrados em uma única ou em várias vezes, o que pode também influenciar a escolha do vermífugo.
De qualquer forma, é essencial vermifugar regularmente o seu cão, especialmente nos casos em que vários cães vivem juntos e principalmente porque existe um risco de transmissão aos seres humanos. Lembrando que devemos sempre seguir orientações veterinárias.

O PLANEJAMENTO DE VACINAÇÃO DO CÃO

Primeiras Vacinações
Entre 7 e 9 semanas               Cinomose, hepatite contagiosa, parvovirose [vacinação 1]

Entre 11 e 13 semanas           Cinomose, hepatite contagiosa, parvovirose [vacinação 2]

                                               Leptospirose [vacinação 1]

                                               Raiva [vacinação 1]

Entre 15 e 17 semanas           Leptospirose [vacinação 2]

Reforços
Raiva: obrigatoriamente anual
Leptospirose: obrigatoriamente anual ou até mesmo semestral em áreas de risco
Cinomose, hepatite contagiosa, parvovirose: um ano depois da primeira vacinação, depois a cada dois anos.

Outras vacinações possíveis
Tosse de canil: duas vacinações e depois reforço anual.
Piroplasmose: duas vacinações e depois reforço anual.

PORQUE E COMO VACINAR?

 

VACINAÇÃO CONTRA A PIROPLASMOSE:

Respostas as perguntas mais freqüentes

- Existem precauções especiais a serem tomadas antes da vacinação?

É importante que o cão a ser vacinado esteja na melhor forma física possível e que não tenha feito uma grande refeição nas doze horas que precedem a injeção. O veterinário também deve ser informado no caso do cão ter tido algum problema nos meses precedentes à vacinação.
A vacinação é um ato médico que deve ser realizado em animais em boa saúde. Portanto é preciso realizar um exame médico aprofundado. Serão pesquisados especialmente os seguintes critérios: hipertermia, anorexia, abatimento, anemia. Caso necessário, um esfregaço sangüíneo permitirá verificar a ausência do início de uma babesiose.

- A vacinação é eficaz?

Não existe vacina capaz de proteger 100% dos indivíduos. Com efeito, alguns são incapazes de produzir um nível suficiente de anticorpos por razões muito diversas (idade, estado de saúde, doenças infecciosas interferentes, estado fisiológico, origem, alguns tratamentos, piroplasmose recidivante, etc.).
Embora não seja contra-indicada, a vacinação destes cães contra a piroplasmose é desaconselhável.

- A partir de que período depois da vacinação pode-se considerar que o cão está protegido?

Como a primeira vacinação requer duas injeções, a proteção só ocorre nos dias que se seguem à segunda injeção. Entre as duas injeções o animal permanece inteiramente receptivo à doença. Portanto ele deve ser vigiado com mais cuidado durante este período.

- A partir de que idade pode-se realizar a vacinação?

Os filhotes com menos de 3 meses de idade não podem ser vacinados corretamente em razão da sua imaturidade imunológica em relação à babesiose. Esta maturidade imunológica está situada por volta do quinto mês.

- Como é feita a vacinação?

A primeira vacinação requer duas injeções por via subcutânea com 3 a 4 semanas de intervalo. Este intervalo nunca deve ser inferior a 15 dias nem superior a 6 semanas. Depois disso os reforços são realizados anualmente.

- Existe um período do ano mais favorável à vacinação?

A existência da piroplasmose canina está associada à biologia do artrópode vetor, o carrapato. Classicamente, os carrapatos são menos ativos durante os invernos frios e secos do que durante o verão. Mas, em determinadas regiões e conforme o clima do local, podem ser observados casos de babesiose canina durante todos os meses do ano. O seu veterinário, que conhece bem a epidemiologia regional da doença, poderá lhe aconselhar de forma útil sobre este assunto.

- Existem conseqüências adversas da vacinação?

Em casos raros, pode ser observada uma fadiga passageira (24 horas) e eventualmente o aparecimento de um pequeno edema no ponto de injeção que desaparece em alguns dias. Na grande maioria dos casos, a injeção vacinal é perfeitamente bem tolerada pelo cão.
Contudo, é recomendado deixar o cão em descanso durante as 24 horas que se seguem à vacinação e evitar maiores esforços (dia de caça, longos passeios, adestramento, etc.).

- A vacina de piroplasmose pode provocar a doença no meu cão?

Isto é totalmente impossível visto que se trata de uma vacina morta fabricada a partir de proteínas da membrana do parasita. Mas pode acontecer que no momento da injeção o cão esteja em período de incubação da piroplasmose e que a doença se manifeste nos dias seguintes. É por isso que o seu veterinário irá realizar um exame clínico detalhado para evitar essa possibilidade.

- Posso vacinar o meu cão no mesmo dia contra a babesiose e as outras doenças?

Atualmente é possível vacinar contra a raiva e contra a leptospirose ao mesmo tempo do que contra a piroplasmose.

- O meu cão já teve várias piroplasmoses. Posso vaciná-lo?

Embora não seja contra-indicada, a vacinação desses cães não é recomendada. Com efeito, esses animais parecem incapazes de se proteger contra essa doença.

- O meu cão acaba de ter babesiose, quando é que posso vaciná-lo?

É preciso esperar oito semanas após o tratamento antes de proceder à primeira vacinação.

 

VACINAÇÃO ANTIRÁBICA

A primeira vacinação deve incluir duas injeções para as vacinas contendo a valência Rabiff (Leptorab, Pentadog, Rabiffa) separadas por um intervalo de no mínimo 15 dias e no máximo 30 dias ou uma única injeção com Rabisin, Hexadog ou Leptorabisin a partir dos 3 meses de idade.
Para ser válida, a dose de reforço (Rabiffa ou Rabisin) deve ser realizada menos de um ano depois da primeira injeção ou da injeção de reforço precedente.
Após este prazo, a nova vacinação deve ser considerada como se fosee novamente feita pela primeira vez. (Para ser válido, o certificado deve estar assinado pelo veterinário).

PRIMEIRA VACINAÇÃO CONTRA CINOMOSE, HEPATITE CONTAGIOSA (ADENOVIRUS TIPO 2) E PARVOVIROSE

1ª vacinação:
Entre 7 e 9 semanas de idade.

2ª vacinação:
Entre 11 e 13 semanas de idade.

PRIMEIRA VACINAÇÃO CONTRA AS LEPTOSPIROSES

Duas doses com um mês de intervalo. A primeira dose pode ser realizada por volta da sétima semana de idade no caso de um ambiente contaminado e por volta da 10ª ou 12ª semana num ambiente sadio.

REFORÇOS DE VACINAÇÃO

O primeiro reforço contra a cinomose, a hepatite e a parvovirose deve ser realizado um ano após a primeira vacinação.
Em seguida os reforços serão feitos a cada dois anos.
Atualmente a legislação obriga um reforço anual contra a raiva. A proteção contra as leptospiroses também implica em um reforço anual ou até mesmo semestral nas áreas especialmente infectadas.
A associação de vacinas facilita muito a prática dos reforços anuais.

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES

1º É preferível não vacinar os cães em más condições de saúde, especialmente aqueles que estejam fortemente infestados por ectoparasitas ou endoparasitas. Neste caso é preferível tratar o cão contra os parasitas.
2º se o calendário não pôde ser seguido desde a 7ª ou 9ª semana, ele vederá ser retomado na sua totalidade o mais rapidamente possível, qualquer que seja a idade do cão, com o memo ritmo de espaçamento das vacinações.

 

 

placastay

 

Contato : florianobrasil@hotmail.com Fone : (12) 3662-5258 ou (12)91566631

Patrociniopatrocioniohandlerpatrocinioroyal